quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

DA COSTA - Adriano Augusto da Costa Filho.


D A     C  O S  T  A   ! ! !

Adriano Augusto da Costa Filho

 

Muito antiga família portuguesa,
Da Costa de Portugal com certeza.
Nesse lugar com muita sorte
Surgiu o nome lá no seu norte !

 
Da Costa da Quinta dos Senhores,
Na região de Guimarães com pendores.
Eram da Corte com lealdade e dedicação
Trazendo já no peito a bondade no coração !

 
Dessa família nobre houve cônsules,
E capitães dedicados a todos instantes.
Ao Rei Dom Afonso Henriques o fundador
De Portugal com todo mérito e amor !

 
Notáveis lutadores das glorias lusitanas,
Emergentes de lutas gigantescas e insanas.
Esse nome escreveu por toda pátria portuguesa
As glórias guerreiras e poéticas de sua beleza !

Séculos se passaram com todo fervor,
Pela pátria lusitana e com todo amor.
Os Da Costa da atualidade tem paixão
Pelas terras portuguesas no coração !

Adriano Pai com toda arte e poesia,
A Historia portuguesa escreveu um dia.
Adriano Filho amando o lindo Portugal
Traz no seio a imagem eterna do seu ideal !

No Jornal Mundo Lusíada do ilustre Odair
Quinzenalmente seus artigos vão sair.
Do  mundo lusitano o jornal mais lindo
Beleza eterna de um louvor infindo !

 
Na eternidade em séculos distantes,
Quando alguém lembrar eras imanentes.
Os Da Costa estarão sempre presentes
Com poemas e escritos jamais latentes !

 
Tenho orgulho das minhas descendências,
Vindo de eras distantes sem ausências.
Despontando o Sol dourado da aurora !
Do lindo e eterno Portugal de agora !!!

 

ADRIANO AUGUSTO DA COSTA FILHO.

100 Anos DE PORTUGAL/BRASIL 1911/1912 - 2011/2012 Adriano Augusto da Costa Filho.


 
 
 
100 ANOS DE PORTUGAL/BRASIL !
1911/1912- 2011/2012 !
Adriano Augusto da Costa Filho

 
Cem anos muito sagrados,
E também muito adorados..
Vieram do lindo Portugal
De uma forma sensacional !

 
Adriano pai e a mãe Maria,
Namorados aqui os tornaria.
Nasceram o pai em Carção,
Maria em Rio Frio do coração !

 
Atravessaram os ventos dos mares,
Aqui surfaram por todos os ares.
Numa tarde fagueira casaram
E por toda vida eles se amaram !

 
Adrianinho filho, o primeiro rebento,
As lindas irmãs em seguida um alento.
Dos Costa e Anes formou-se a família,
Vieram os filhos com toda galhardia !

 
Do Adrianinho e Belinha a Dora e a Vera,
Que deram o André, Karina e Rodrigo.
Da Cleide e do Dula,o Daniel e o Fernando
São todos irmãos sempre se amando !

A Ercilia, pianista e também doutora,
Sempre no carinho é uma autora.
Os gênros, gentil Edgard e o alegre Junior
São exemplos de cavalheiros com todo olor !

 
Cem anos aqui se passaram,
Que de tão longe eles vieram.
De saudades sempre viveram
Mas, com amor eles morreram !

 
De Carção e Rio Frio, eles nos trouxeram,
Um coração lusitano eles nos deram.
Somos todos brasileiros pelo sol,
E de Portugal pertencemos ao seu rol !


 
ADRIANO AUGUSTO DA COSTA FILHO
Casa do Poeta de São Paulo
Movimento Poético Nacional
Academia Virtual Sala dos Poetas e Escritores.
Academia Virtual Poética do Brasil
Academia Poços-Caldense de Letras-MG
Ordem Nacional dos Escritores do Brasil
Associação Portuguesa de Poetas/Lisboa/Portugal
 
 
 
 
 

 

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

A POESIA EM GERAL, NO BRASIL E EM PORTUGAL ! por ADRIANO AUGUSTO DA COSTA FILHO.

 A POESIA EM GERAL, NO BRASIL E EM PORTUGAL !
 
        A  "  POESIA", é um gênero tradicional de comunicação do artista,bem como é um retrato do poeta sobre a sua imaginação de algo que possa acontecer ou que aconteceu e ela dignifica o poeta que a escreve, tanto no sentido humano do louvor, quanto o da critica pessoal e indefinida, como também ,eleva o caráter espiritual do ser humano. A Poesia, provavelmente vem desde tempos imemoriais, talvez desde a criação do ser humano e já muito antes do nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo, ela era escrita pelas antigas populações mundiais, como os "vedas/indianos", como também ,na antiga Suméria da Mesopotâmia, hoje Iraque, a qual foi escrita na antiga escrita "Cuneiforme" e encontrada gravada em tabletes de argila, há provavelmente 1700 anos "Antes de Cristo".
       No Brasil, tivemos um grande número de poetas,que dignificaram a poesia em todos os tempos e que não caberiam neste espaço os seus nomes e hoje para divulgar essa obra fantástica dos poetas da atualidade,temos o " MOVIMENTO POÉTICO NACIONAL", obra criada pelo mestre da poesia" Silva Barreto"luso- descendente de Braga e Viana do Castelo/Portugal. Que há já 38 anos tem o Jornal " A Voz da Poesia" edições Bi-Mensais e edições de um Boletim Informativo Mensal e faz eventos em outros locais, bem como,quinzenalmente em sua sede própria à Rua dos Bogaris,183, bairro Mirandópolis/Vila Mariana e temos a " Casa do Poeta-Lampião de Gás-de São Paulo", entidade com 66 anos de fundação pela poetisa " Colombina" e que tem também um jornal " Fanal" editado mensalmente e já com 60 anos de edições,batendo um recorde no " Guiness", além de tudo,com sede à Rua Álvares Machado,22- 2o.Centro/Liberdade  também faz eventos fora de sua  sede, e existem outras entidades de nomes qualificados em todo Brasil, e outras entidades menores ou junções de poetas, que se encontram em fins de semana, por variados locais,em que possam declamar as suas poesias.
      Em PORTUGAL, desde tempos imemoriais, tempos da antiga LUSITÂNIA, onde a invasão "moura"trouxe grande quantidade de poetas, tendo como polo a Espanha e Portugal e lá na Lusitânia,em Santarém, na qual os mouros/ a chamavam de " Xantarim" e após lutas incessantes de guerras de reconquistas lusitanas, tivemos o tempo da poesia " Galáico/portuguesa", com cancioneiros e tivemos poesias como " Cantigas de Vilão", " Cantigas de Amigo" e outros.Grandes poetas tivemos na " Lusa Gente", como o mestre da poesia " LUIS VAZ DE CAMÕES", grande mestre que estabilizou a " Lingua Portuguesa moderna", com sua grande obra " Os Lusiadas"no século 16,além de um número incontável de mestres poéticos e que destacamos ANTERO DE QUENTAL, JOÃO DE DEUS,FERNANDO PESSOA e o grandioso mestre da poesia "  GUERRA JUNQUEIRO", todos grandiosos poetas e ficariamos escrevendo um rosário de nomes de grandes mestres, já conhecidos de todos.
     Na " Poesia", temos várias formas de apresentação, como o " Poema" em si, " Poesia" simples, a " Trova", o " Soneto",o "Poema Épico","Grinalda de Trovas".tudo divide-se em "Versos"que vem a ser uma linha metrificada, com ou sem rima, uma estrofe, em 4 versos, o " Soneto" duas estrofes de 4 versos e mais duas estrofes de 3 versos e assim por diante, havendo formas para todo tipo de poesias, dependendo do poeta e de seu gosto e capacidade no poetar, como foram feitas por poetas do começo do Portugal/arcaico e podemos destacar com o mestre/autor" Pai Soares de Taveirós", em sua poesia em " Português Arcaico" ou seja "  CANTIGA DE GUARVAIA " -
      No mundo non me sei parelha,           Mau dia me levantei,                          D´'haver eu por vós guarvaia,                    
      Mentre me for, como me vai,              Que vos enton non vi fea !                   Pois eu,mia senhor,d'alfaia
      Cá já moiro por vós- e ai                    E mia Senhor, dês aquel dia, ai !         Nunca de vós houve nem hei
      Mia Senhor branca e vermelha,          Me foi a min mui mal,                         Valia D'ua correa !
      Queredes que vos retraia                   E vós, filha de Don paai
      Quando vos eu vi em Saia "               Moniz,e ben vos semelha !
 
   EXPLICAÇÕES : Em Português moderno :  Nom me sei parelha  (  Não conheço ninguém igual a mim ).-  Mentre ( enquanto). - Cá ( pois).-
                            Branca e Vermelha ( a cor da pela Branca, contrastando com o rosto rosado),- Retraia ( pinte,retrate,descreva).-En saia ( sem manto ).Que( pois).
                            Dês ( desde).- Semelha ( parece). - D'haver eu por vós ( receber por seu intermédio).- Alfaia ( presente).- Valia d'ua correa(Objeto de pequeno valor).  
                            Mia Senhor ( significava Minha Senhora ).Essa poesia "Cantiga de Guarvaia" (um manto luxuoso,usado pela nobreza) na qual o poeta fica extasiado  
                            ao ver a beleza de " Maria Pais Ribeiro" ( a Ribeirinha), a qual passou a ser amante do Rei e tornou-se amor impossivel do poeta,ameaçou-a de pintá-                            la em SAIA, COMO A VIU ( SEM MANTO) e pede que consiga uma guarvaia, usada pela nobreza.
 
     DE "  GUERRA JUNQUEIRO",  em pleno Século 20 : 
                            Eu interrogo os segredos,                        Sei cantigas misteriosas,
                            Das coisas mudas sombrias,                   Cantigas de endoidecer.
                            A fala dos Arvoredos                               Que os silfos dizem às rosas
                            E o canto das Cotovias !                          E as rosas me vêm dizer " !!!
 
 Como vemos, fantásticos poetas existiram, existem e os atuais poetas, transmitem as suas poesias,poemas, trovas, sonetos, para as futuras gerações, tanto no Brasil, como em Portugal, para honra e glória da " Lingua Portuguesa" !
 
                ADRIANO AUGUSTO DA COSTA FILHO.
                   
                                            ....................................
 
 

Viva - Poeta Wilson Jasa

VIVA

Viva, realize seus sonhos,
seus lindos sonhos de amor;
pois pesadelos medonhos,
só causam tristeza e dor.

Viva, no momento agora;
pois o passado e o futuro,
estarão sempre lá fora.
Viva o amor tão belo e puro!

Sinta agora a Natureza,
e deixe o amor aflorar;
e verá quanta beleza,
que a vida tem a ofertar.

Agora, neste momento,
seja feliz e sorria;
veja que o bom sentimento,
é como a bela poesia...

...Mas, se ainda sente o cansaço,
pelas dores já sofrida;
feche os olhos, sinta o abraço,
e renasça para a vida!       
   (15-01-2014)

(Poeta WILSON DE OLIVEIRA JASA)

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domingo, 15 de fevereiro de 2015

(Poema Vencedor do “I Concurso Poético de Ecologia” promovido pela Casa do Poeta “Lampião de Gás” de São Paulo, recebendo Diploma eTítulo de “Poeta do Mês de Setembro”) (1981)


Poeta Wilson Jasa -
Ecologia

As lindas águas correntes,
podres águas hoje são.
Já não existem sementes,
em terras férteis, mais não.

Linda paisagem de outrora...
Uirapurus a cantarem.
Sinto dó de nossa flora,
vendo os pássaros chorarem.

Águas com óleo manchadas,
colheitas com peticidas.
Plantações contaminadas,
pondo em risco nossas vidas.

Da profundeza dos mares,
a destruição se aproxima.
Nuvens de gases nos ares,
a transformarem o clima.

Oh, Natureza tão linda,
por que nós a desruímos?
Não percebemos ainda,
que é só por ti que existimos...


(Poema Vencedor do “I Concurso Poético de Ecologia” promovido pelaCasa do Poeta “Lampião de Gás” de São Paulo, recebendo Diploma eTítulo de “Poeta do Mês de Setembro”) (1981)

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