sábado, 24 de janeiro de 2015

Minha Lira Encantada - Poeta Adriano da Costa Filho


MINHA LIRA ENCANTADA !
Adriano Augusto da Costa Filho

 

Já escrevi muitos versos,
Alguns bons, outros incertos.
Martírios de longas lutas
E pequenos em disputas !

Muitas paisagens eu mirei,
Recordações delas terei.
Saudades muito acalentava
Porque tudo na vida acabava !
 
Pensava que eu era eterno,
Mas, viver é como o inverno.
Um tempo de lutas amargas
E sem gostar de invernadas !
 
O destino nunca desata,
Porque ele não tem data.
Nunca por isso eu lamento.
E na poesia sempre tento !
 
Não vejo qualquer vertente,
E em todos os lados  eu tente.
Será sempre a minha sorte
Porque não imaginei a morte !
 
Neste mundo ponho calma,
No Adeus ponha a alma.
Na minha paciência vertosa
A Lira será sempre chorosa !
 
A Lira em meu tom poético,
Será sempre verso estético.
Vim dum tempo que passou
E a alma sempre chorou !
 
Os meus irmãos companheiros, 
Todos poetas altaneiros.
Nunca por mim lamentem
Mas, em versos sempre tentem !
 
A minha Lira Encantada,
Será por mim entoada.
A poesia é um sonho
E nela a Lira sempre ponho !
 
Quantos versos eu escrevi,
E só lamentos eu previ.
Mas, na poesia eu senti,
Que com ela no mundo vivi !

 
ADRIANO AUGUSTO DA COSTA FILHO
Casa do Poeta de São Paulo
Movimento Poético Nacional
Academia Virtual Sala dos Poetas e Escritores
Academia Virtual Poética do Brasil
Academia Poços-Caldense de Letras/MG
Ordem Nacional dos Escritores do Brasil
Associação Portuguesa de Poetas/Lisboa/Portugal

 
 
 


 

 

A vida é Uma Risada - Poeta Adriano Augusto da Costa Filho

 A VIDA É UMA RISADA !

Adriano Augusto da Costa Filho

 

Dou risada até dormindo,
 E por isso feliz vou ficando.
 Todos sorrisos dou de graça
 Porque rir não é chalaça !
 
 Ninguém precisa pagar nada,
 O negócio é dar risada.
 A vida sempre é uma beleza
 Rir é saudável com certeza !
 
 Eu vivo sempre sorrindo,
 E a todos vou pedindo.
 Rir é o remédio melhor
 Porque chorar é bem pior !
 
 Quem disse que a vida é ruim,
 Isso não existe para mim.
 Muitos nunca vão sorrindo
 E no azar vão entrando !
 
 Viver dando sempre risada,
 E ver que ela não faz nada.
 Rir,noite e dia da trapalhada
 E dessa gente eu dou muita risada ! 
 
 Se dou risada até dormindo,
 É porque tudo dá em nada.
 Vivemos um montão de anos
 E só temos milhões de desenganos !
 
Onde eu móro com razão,
Sento às vezes lá no chão.
Olho pro teto com atenção
E dou risada de montão !
 
Quando faço uma poesia,
De noite e também de dia.
Rio daquilo que escrevo
E fico rindo com muito enlevo !
 
Até morrer eu vou só rindo,
Porque estou sempre sorrindo.
Rio do azar e da sorte
Porque vou embarcar nesse suporte !
 
Deus quando criou o sorriso,
Sabia que seria como o dente do ciso.
Que nasce,morre na solidão
E só é arrancado na cisão !!!

 


ADRIANO AUGUSTO DA COSTA FILHO
Casa do Poeta de São Paulo
Movimento Poético Nacional
Academia Virtual Sala dos Poetas e Escritores
Academia Virtual Poética do Brasil
Academia Poços-Caldense de Letras- M.G.
Ordem Nacional dos Escritores do Brasil
Associação Portuguesa de Poetas/Lisboa/Portugal


 

 

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Ferreira Gullar - Poeta Chico Luz

Ferreira Gullar
Um homem chamado Ribamar
Tem a cabeleira do Zezé,
De costa uma mulher
De frente um enigma.
Assisti sua entrevista
Explicando que faz
Poemas de um surto,
Do espanto cotidiano.
Pergunto a mim, o que faço!
Meus versos são poemas?
Não tem métrica
Nem tão pouco rima
Agora sei a resposta:
São questionamentos,
Descobertas cotidianas,
Respostas enigmáticas.
Conformado, não sei!
Mas agrado os leitores.
Precisa ter nome?
Basta-me a satisfação.
Chico Luz

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Sonhar - Poeta Wilson de Oliveira Jasa


Ode - Adriano Pai - Poeta Adriano Augusto da Costa Filho

 
                         
 
 
ODE A ADRIANO PAI !

Adriano Augusto Da Costa Filho

 

No ano de 1911, um ano maravilhoso,
Em terras trásmontanas, lá em Portugal.
Adriano Pai, era um menino talentoso,
Sonhava ser um poeta sensacional !

 
Veio embora, com 9 anos de idade,
Deixou em Portugal a imensa saudade.
No Brasil tornou-se um portento,
Ajudando emigrantes com talento !

 
Fundou a Escola Amigos do Saber,
E ensinou muitos a escrever e ler.
Ajudou a fundar o Centro Trásmontano
E trabalhou muito como um espartano !

Nas artes poéticas foi de grande primor,
Escreveu seu primeiro livro com amor.
"Os Primeiros Bandeirantes" com fervor
E  Santos Dumont, da aviação o criador !

 
Adriano Pai nunca de Portugal se esqueceu,
Na guitarra o seu amor nunca feneceu.
Nas trovas,poesias e sonetos,o marcou
E Dentro de seu coração nunca o deixou !

 
Em Carção, Trás-os-Montes, sua terra,
Para ele a levava aos pincaros da serra.
Sonhava um dia poder para lá voltar,
Como se reza em volta de um altar !

Foi embora num dia 31 de Dezembro,
Com tristeza imensa  eu relembro.
Foi-se embora o meu Paizinho adorado
E no mundo das almas ele foi levado !

Viverei talvez 100 anos, só pensando,
E nunca mais serei o mesmo declamando.
As suas poesias eram sempre tão lindas
E eternamente nos meus sonhos infindas !

 
Adriano Pai, o poeta de Portugal e Brasil,
Sempre seus sonetos de esplendor mil.
Viveu 102 anos sempre com alegria,
Deixou em nossos corações a sua fantasia !

 

ADRIANO AUGUSTO DA COSTA FILHO
Casa do Poeta de São Paulo
Movimento Poético Nacional
Academia Virtual Sala dos Poetas e Escritores.
Academia Virtual Poética do Brasil
Academia Poços-Caldense de Letras- M.G.
Ordem Nacional dos Escritores do Brasil
Associação Portuguesa de Poetas/Lisboa/Portugal
 
 


 

Abujamra - Provocações

Abujamra - Provocações
Envie Poemas e Textos

Convite - Radio Trianon 740 AM

Convite - Radio Trianon 740 AM
Homenagem ao Poeta Paulo Bomfim

Mais Visitados

Convite

Convite

APE

APE
Associação Portuguesa de Escritores